terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

2ª Ordem cumprida - Me divertir. (Cap. 22)

Os quatros foram para um restaurante onde podiam ter uma boa refeição e com musica ao fundo onde os próprios clientes faziam os pedidos das musicas. Como a ordem da noite era se divertir, os quatro resolveram aproveitar a noite.
Julia Regina: Amei o restaurante Claude, boa indicação moro no Rio mais tenho que confessar não conheço muitos restaurantes. – disse isso ao entrar no recinto.
Claude: Obrigada. Julia Regina. – agradeceu com um sorriso no rosto.
Frazão: É Claude como sempre acertando nos restaurantes. Aconchegantes e ao mesmo tempo divertido. – disse batendo no ombro do amigo.
Rosa ficou impressionada pelo lugar mais não comentou nada apenas observava o local.
Ao se sentarem à mesa que lhe foi reservada começou uma musica ao fundo. Julia Regina e Rosa se entreolharam e começaram a rir de uma maneira recatada. Julia Regina não resistiu e pediu.
Julia Regina: Ai Rosa me desculpa amiga. – fazendo charminho – canta essa musica pra mim. Você sabe que eu amo essa musica. E tem tempo que não ouço você cantando italiano. – pediu para a surpresa do Claude e do Frazão.
Rosa: Não. Ai Julia Regina. Só você pra me fazer cantar. Me desculpe mais não vou cantar não. – disse rindo querendo sair da enrascada.
Julia Regina: Me desculpe Rosa. Mais canta vai.
Frazão: Essa eu não sabia Rosa minha Diva sabe cantar italiano. – disse espantado.
Claude: Essa eu quero ouvir canta Rosa. Só uma palhinha, hã.
Rosa se renegava a cantar a musica.
Julia Regina: Anda Rosa a musica já vai acabar. Canta por favor. Só um pedacinho a parte que eu mais amo. Por favor. – implorou.
Rosa: Ta. Eu canto mais deixa chegar na parte que você gosta mi amica. – Ela então se preparou para cantar a parte do refrão. - Es la voz que está en ti y en mí, Cada vez que tú la vida ves. Que no te abandona porque Es la voz más sincera, y está en ti y en mí, Con la fuerza que revive en ti. No se queda sola porque se pone a gritar, Con las otras voces que en el mundo están. No se habla de la gente, del sol que les castiga En los campos de cultivo, de olivos y de espigas. Y cuando llega tan fantástica aleja tus temores, Un coro grande, interminable que te canta su libertad. – Nisso parou e olhou para a cara da amiga que estava amando e pediu que ela lhe acompanhasse. E as duas começaram a cantar - Prisionera, nunca más, Crece en libertad. Dentro y fuera de ti. Tan sincera, Verdadera, Cada vez que te grita, Con todo el poder de la voz. Es la voz que está en ti, en mí. Cada vez que tú la vida ves. Grita fuerte dentro de mí, La voz más sincera que hay, En ti y en mí, Con la fuerza que te hará vivir. No se queda sola porque se pone a gritar Con las otras voces que en el mundo están. Es la voz que está en ti, en mí.
(Laura Pausini – La Voz)
Ao terminarem de cantar foram aplaudidas pelos dois. Como estavam em um lugar publico as duas cantaram baixo, para que apenas eles pudessem ouvir. Frazão aprovou a cantoria e Claude por sua vez estava encantado em como uma pessoa podia ter tanta capacidade de ser simples e bela nas coisas que faz. Fizeram os pedido e aguardaram.
Claude: Non sabia que você sabia italiano, cherry.
Rosa: Meu pai é italiano, aprendi com ele. Nas festas La no cortiço ele sempre tocava acordeon e minha mãe e eu o acompanhava cantando. – explicou.
Julia Regina: Rosa é cheia qualidades Claude, uma caixinha de surpresa mais precisamente, se você conhecê-la verá isso e com facilidade se apaixona por ela. Essa garota é apaixonante, ninguém que conhece ela não se apaixona. Bom pelo menos não conheço ninguém que não tenha se apaixonado por ela. Eu mesma sou apaixonada por ela – nisso Rosa a olha com estranheza – Calma Rosa eu também gosto de homem. Mais é sério Eu Te Amo minha amiga. Sem viadagem. – disse rindo, segurando as mãos da amiga a sua frente.
Rosa: Assim você vai me fazer chorar Julia Regina. – disse chorosa. – Eu também Te Amo minha amiga. Sem viadagem. – disse rindo
Frazão: Ai Claude Eu Te Amo. – disse ao amigo também segurando as mãos dele.
Claude: Que qui isso Frazon ta me estranhado, hã. Eu gosto de mulher. – disse tirando as mãos do amigo.
Frazão: Poxa as duas fazem uma declaração uma a outra e eu resolvo me declarar pra você e você me responde assim mon ami. Magoei. – fingindo.
Rosa: Mais também néh Frazão ficou muito estranha essa declaração. – se virou para o Claude e repetiu o amigo. – Ai Claude Eu Te Amo. Assim não dá. – disse rindo. Mais ao olhar para o Claude de novo sentiu que ela não devia ter feito aquilo, pois o francês olhava serio para ela. – Ai Claude me desculpe.
Claude: Non. Non tudo bem, hã. – respondeu mais se lembrou da ultima vez que ouvira essas palavras e não se agradou pela lembrança.
Julia Regina ao ver a reação de ambos pela brincadeira reagiu.
Julia Regina: Ooo baixa astral sai fora. Desconjuro. Gente, vamos aproveitar a noite.
Durante o jantar, Rosa aproveitou e pediu mais uma musica da Laura para ser tocada - Le Cose Che Vivi. Durante a musica Rosa não resistiu e cantou mais um trecho da musica. Claude ficou curioso para saber a tradução mais como os amigos estavam tão animados com a conversar decidiu pedir que Rosa traduzi-se para ele depois. Após jantarem decidiram esticar a noite numa boate. Rosa como recebeu ordens do seu chefe de acompanhar a amiga onde ela fosse não viu escapatória. Ao chegarem na boate, foram para a área vip. Como Julia Regina e Frazão eram os mais animados da noite, já foram para a pista de dança deixando Claude e Rosa as sós na mesa. Como ambos tinham visão dos amigos na pista de dança, Rosa não resistia e ria da amiga dançando e se negava a atender o chamando da amiga para dançar.
Claude: Non vai dançar non? – perguntou ao seu ouvido pois o som era alto.
Rosa: Não. Deixo essa proeza para a Julia Regina e Frazão. E você não vai cair na pista? – também respondeu no ouvido do francês.
Claude: Non, Non vou deixar você sozinha aqui. – respondeu.
Rosa: Obrigada. – disse sorrindo encantada.
Nisso Frazão volta a mesa chamando os dois para ir para a pista, deixando Julia Regina sozinha na pista. Enquanto estavam os três na mesa outra mulher se aproximou.
Mulher: E ai moreno, dança comigo. – convidou o Frazão.
Frazão: Me desculpe mais estou acompanhado.
Mulher: Não tem problema não sou ciumenta. Podemos curtir a noite em três que tal. – sugeriu.
Rosa ficou espantada pela atitude daquela mulher se jogando pra cima de um homem sem se dar o devido valor. Claude tentou ajudar o amigo mais a mulher acabou estendendo o convite a ele também. Nisso Julia Regina se aproximou ao perceber a movimentação na mesa, devido aquela mulher.
Julia Regina: Ai Frazão deixa esses dois sozinhos vamos cair na pista. – disse isso e aproveitou a oportunidade para beijar Frazão, como forma de fazer a mulher sair dali e foi o que aconteceu. Ao terminar o beijo.
Frazão: A não vem cá vamos continuar onde paramos. – disse tentando voltar a beijá-la.
Julia Regina: Não, só fiz isso para te ajudar a dispensar essa mulher, não se acostuma não. – disse irritada.
Rosa: Frazão você despertou o pior lado da Julia Regina. – disse rindo.
Frazão: Pardon Julia Regina, non queria te irritar, mais non posso fazer nada o que posso fazer se eu sou um boniton. – disse imitando o amigo francês.
Julia Regina: Ai Frazão não vem com graça por meu lado não. Rosa vem comigo, vamos dançar. – puxando a amiga pela mão.
Saíram as duas e deixaram os dois sozinhos na mesa. Frazão ficou sem entender o ocorrido, mais foi atrás das duas para se entender com a Julia Regina. Com muita persistência da parte de Frazão e muita resistência da parte da Julia Regina os dois finalmente se entenderam. Frazão não resistiu e beijou Julia Regina com gosto, a deixando sem fôlego ao terminar. Rosa ao ver aquilo sentiu que a amiga foi enlaçada pelo moreno.
Como numa boate todos são alvos de uma paquera dessa vez foi a Rosa.
Um cara começou a aproximar dela, e acompanhar a dança, Rosa se esquivava mais o cara era persistente. Frazão vendo isso fez um sinal para o francês tomar alguma atitude, pois ele estava na mesa. Ao se aproximar.
Claude: Ma cherry. Pardon pela demora, hã. – disse a pegando pela cintura a levando de encontro ao seu corpo. Levando uma mão ao encontro da sua nuca, assim tinha total controle sobre ela se apoderou de seus lábios. Rosa no começo resistia ao beijo, mais ao ouvir a amiga “Se entrega que o cara ainda está aqui” - Mentira o cara já tinha se mandando há muito tempo – ela se deixou levar pelo beijo, correspondendo as caricias do francês. Massageava a nuca dele como dando o ritmo do beijo. Ofegantes param de se beijar mais sem deixar de se afastarem.
Julia Regina: Sem comentários o cara saiu arrasado – brincou.
Frazão: Não sei, mais acho que vocês dois dariam um belo par de atores para tirar os outros do fôlego, me desculpem mais vocês dois tem uma química que não tem como discutir. – disse rindo mais impressionado.
Julia Regina: Esses dois tem que se entenderem Frazão. – disse ao ouvido do amigo que concordou.
Rosa e Claude, como já estava na pista resolveram ficar por ali dançando. Eles estavam mexido por mais esse beijo compartilhado. Mais resolveram agir normalmente. Frazão e Julia Regina aproveitando a noite continuaram nos beijos até que Frazão sugeriu que ambos fossem embora. Todos tomaram rumo para fora da boate. Frazão e Julia Regina resolveram aproveitar mais a noite a maneira deles, pegaram um taxi e foram embora. Claude levou Rosa de volta para casa. Ao chegarem lá.
Claude: Rosa traduz aquela musica que você pediu no restaurante pra mim fiquei curioso, hã. – pediu isso ao abri a porta do carro para Rosa.
Rosa: A segunda musica? – perguntou se posicionando na frente dele.
Claude: Ouí. Ouí.
Rosa: Quando a amizade, atravessa o coração, Deixa uma emoção, que não se vai. Não sei como te dizer, Mas só acontece, quando duas pessoas, fazem juntas um vôo. Que nos leva no alto, além dos outros, como se desse um salto, na imensidão... E não tem distância, nunca tem, Não tem suficiente, se, se tu já estás dentro de mim, para sempre... Em qualquer lugar estarás, Em qualquer lugar estarei, Entre as coisas que vives, Eu para sempre viverei. Em qualquer lugar estarás, Nós nos encontraremos juntos, Abraçados um com o outro, Além do destino... Em qualquer estrada, Em qualquer céu, E de qualquer jeito que seja, Nós não nos perderemos. Abra teus braços, Manda-me um sinal, Não tenha medo, que te encontrarei, Nunca estarás sozinho, eu lá estarei, Continuando o vôo que, que me conduz para dentro de ti, Para sempre. Em qualquer lugar estarás, Em qualquer lugar estarei, Entre as coisas que você vive, Eu para sempre viverei. Em qualquer lugar estarás, Não existirão limites, Somente dois amigos, Mais próximos, Acredite em mim, Não tenha nunca dúvidas, Todas as coisas que vives, Se forem verdadeiras como nós, Eu sei, sabes tu, Que não acabarão jamais... Em qualquer lugar estarás, Em qualquer lugar estarei, Entre as coisas que vives, Eu para sempre viverei. Em qualquer lugar estarás, Em qualquer lugar estarei, Se me procuras no coração. No teu coração viverei... Em qualquer lugar estarás, Nós nos encontraremos juntos, Abraçados um com o outro. Além do destino! Em qualquer lugar estarás, Em qualquer lugar estarei, Entre as coisas que vives, Eu para sempre viverei.
Claude: A letra da musica é linda, hã. Gostei. – e repetiu uma parte da letra - Em qualquer lugar estarás, Em qualquer lugar estarei, Entre as coisas que vives, Eu para sempre viverei.
Rosa: É sim. Bom Claude a noite foi boa mais eu realmente estou cansada, vou subir e ir pra cama. – demonstrando cansaço.
Claude: Ouí, Ouí. E Rosa, pardon pelo beijo na boate, falei que aquele que demos aqui seria o ultimo mais non cumprir a minha promessa, hã. – disse a segurando pelas mãos.
Rosa: Tudo bem Claude. Também era uma forma de você me ajudar a dispensar aquele rapaz. – disse isso e ficou olhando para as mãos do francês que segurava as suas. Ao olhá-lo de novo não se segurou. Se aproximou delicadamente dele, colocando assim as mãos dele em sua cintura e levando as suas em seu pescoço, aproximando-se seus lábios ao seu ouvido e disse.
Rosa: Me beije ante que eu me arrependa desse ato.
Claude surpreso pelo pedido dela, atendeu. Olhando em seus olhos viu que ela estava decidida a se deixar levar pelo beijo. Queria que esse momento fosse delicado, aproximou suas faces uma da outra, respirando fundos os dois faziam caricias mutuas apenas com o rosto, como se estivessem dançando e aproveitando cada segundo desse momento, até que ele resolveu beijá-la. Um beijo delicado que foi se aprofundando, deixando os dois sem fôlego mais uma vez. Para eles naquele momento o beijo era a única coisa que realmente importava para os dois. Claude a encostou em seu carro, ficando assim sobre ela, os desejos dos dois se tornava cada vez mais forte. Rosa não conseguia controlar os seus sentimentos e nem ele. Ambos não sabia o que isso significava para eles, estavam muitos confusos com os acontecimentos. Após um beijo demorado os dois se afastam parando assim o beijo, mais ainda com os corpos colados.
Rosa: Não entendo como você pode mexer tanto comigo, Claude. – disse ofegante o olhando nos olhos.
Claude: Nem eu, hã. Você consegue me tirar do plumo Rosa. – disse fazendo uma caricia no rosto dela que fechou os olhos. Com isso voltou a beijá-la como mais intensidade que o primeiro beijo. Como se quisesse fazer dela ali mesmo parte de si. Mais Rosa com muito custo resolveu parar por ali. Pois há tempos não se entregava a um homem e ela não se via preparada para tal ato. Claude aceitou que Rosa parasse esse beijo, pois sabia que se depende-se dele ele não pararia, mais devido ela não querer respeitou. Rosa então se despediu e subiu para seu apartamento, sem antes de olhá-lo no ultimo degrau da escada que dava acesso ao térreo. Claude esperou que ela entra-se para ir embora.
Enquanto isso La em cima... cont.



PS: Essa mistura de sentimentos ainda continua...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ordens Malditas (Cap. 21)


No fim do expediente, Julia Regina foi buscar Rosa, para jantarem.
Rosa: Julia Regina, o que você está fazendo aqui? Aconteceu alguma coisa? – preocupada.
Julia Regina: Aconteceu! Aconteceu que eu vim te buscar para jantarmos. – disse enfática.
Rosa: Julia Regina eu aceito o convite, mais eu vou pra minha casinha descansar. – disse terminando de ajeitar a sua mesa.
Julia Regina: Sim você vai pra casa, mais pra tomar um banhozinho relaxante e cheirozinho por que nós vamos sair. – ao reparar o olhar de negação da Rosa finalizou – Isso é uma ordem.
Rosa: Eu não recebo ordens. Ainda mais de uma louca que nem você. Eu sei que você vai aprontar Julia Regina. Eu NÃO vou.
Julia Regina: Ah é então espera um pouquinho. – disse isso e foi até a porta da sala – Dr. Pedro preciso de uma ajudinha sua aqui. – gritou.
Rosa: Você ta louca. – disse abismada.
Nisso o Dr. Pedro entrou na sala.
Pedro H: Oi Julia Regina quanto tempo? Tudo bem com você? – disse isso a cumprimentando.
Julia Regina: Sim está tudo bem, da ultima vez que vim aqui o senhor não estava. Bom tem como você me dar uma forcinha aqui?
Pedro H: Em que eu posso ser útil Julia Regina. – disse olhando para as duas.
Julia Regina: A Rosa me falou que não recebe ordens. Mais como o senhor é praticamente pai dessa garota, tem como o senhor mandar ela sair comigo hoje a noite? Uma ordem mais precisamente. – disse olhando para a Rosa a desafiando. Que achava graça.
Pedro H: Pois não. – se virou para Rosa – Serafina Rosa Petroni é uma ordem: Vai jantar com a Julia Regina. Vai acompanhá-la aonde ela quiser ir. E sem discussão, fui claro?
Rosa: Dr. Pedro ela é louca, ela vai aprontar uma comigo que eu já estou vendo. – tentou se livrar.
Pedro H: Não me interessa. Vai se divertir menina, sem pensar um pouco nas maluquices da sua amiga. Você sabe que ela gosta de você e ela apenas que se divertir com você, não é Julia Regina?
Julia Regina: Isso, já estou cansada de ficar em casa assistindo filmes. Dr. Pedro se o senhor ver a quantidade de filmes que a gente já assistiu que Deus me livre. Já foi óoo só pro senhor ter uma idéia: Piratas do Caribe; assistimos todos. Casa comigo. Um amor pra recordar. Simplesmente Complicado. Sem Reservas. Um sonho Possível. A procura da felicidade. Sete vidas. O diário de uma princesa; os dois. Um príncipe em minha vida. 007; por que eu não sou boba tem que ter ação. Sem esquecer o 2012. – disse isso se virando para Rosa – 60 Segundos. O tesouro perdido. A múmia. Indiana Jones...
Julia Regina ia fazendo a lista de todos os filmes que assistiu na companhia nos utimos meses. Dr. Pedro ria da Julia Regina, pois ela falava cada filme de maneira mais cômica do que o outro até que Rosa interrompeu.
Rosa: Ta bom. Ta bom você venceu Julia Regina, eu vou com você irei obedecer as ORDENS do meu chefe. Mais se tu aprontar uma pro meu lado você vai ser comigo depois. – finalizou.
Julia Regina: Graças a Deus até que enfim Rosa. E chefinho, – disse rindo – obrigada pela força. – dando um abraço no Dr. Pedro.
Pedro H: De nada. Só tenho medo que na hora que a Rosa se soltar de verdade o que será dessa diversão de vocês. – disse rindo.
Julia Regina: Por quê? – Curiosa.
Pedro H: Por que vulgo Furação e vulgo 2012 juntas isso não vai prestar. Tchau meninas se divirtam-se. – disse rindo e saiu da sala.
Rosa vencida pela amiga terminou de fazer e elas saíram da sala, ao chegar do lado de fora Julia Regina colocou outra parte do plano em ação.
Julia Regina: Frazão que bom te encontrar aqui, queria mesmo falar com você. – disse indo ao encontro do moreno.
Frazão: E o que minha Diva quer falar comigo. – disse beijando a sua mão.
Julia Regina: Diva, hum gostei. Mais ainda não te dei liberdade de me chamar de minha. – disse rindo.
Frazão: Será questão de horas. – galanteador – Então o que você quer falar comigo?
Rosa chegou junto da amiga.
Rosa: Você não vai fazer o que eu estou pensando que você está pensando em fazer? – perguntou ao seu ouvido.
Julia Regina: Já fiz. – respondeu no mesmo tom – Sabe o que é meu querido...
Frazão: Já começamos bem já ta me chamando de “Meu querido” – disse isso olhando para Rosa, que achava graça.
Julia Regina: Bobo. Bom eu e Rosa vamos jantar fora, aproveitar a noite sabe e eu queria que você e o Claude nos acompanham-se nesse jantar. Curtir a noite em quarto é bem melhor do eu em duas, não é. – disse dando um sorriso malicioso para o Frazão que entendeu o recado.
Frazão: Claro, iremos sim. Com certeza. – aceitou demonstrando entusiasmo.
Rosa: Você está respondendo pelo Claude, Frazão você nem sabe se ele vai aceitar. – ponderou.
Julia Regina: Podemos ver isso agora olha lá ele saindo da sala dele. – cutucou a amiga e foi ao encontro do francês – Dr. Claude tenho um convite pra te fazer.
Claude: Convite, hã que convite? – demonstrado cansaço e nenhuma empolgação.
Julia Regina: Estou te convidando, para sairmos os quarto, você, Rosa, Frazão e eu. Eu já aceitei o convite que fiz a mim mesma, Rosa dei o meu jeitinho ela aceitou e Frazão já aceitou, só falta o senhor. Então aceita?
Claude ao se lembrar do ocorrido àquela tarde na sala respondeu.
Claude: Obrigado Julia Regina, hã. Mais estou com Frazon entalado no pescoço até agora e a Rosa pelo que me fez hoje duvido muito que ela aceite a minha companhia, hã. Enton non. – disse isso indo embora.
Rosa: Espera ai, o que eu te fiz. Claude que eu me lembre você tentou matar o Frazão hoje. – disse indignada.
Frazão: E eu ainda não me esqueci disso ta francês. – provocou, rindo.
Claude: Ouí, Ouí tentei matar Frazon mais a senhorita non sabe o motivo que me levou a fazer isso, enton me da licença, hã.
Rosa: Eu sei sim, Frazão me contou. Mais isso agora não vem ao caso. Depois falamos sobre isso. – respondeu para a surpresa do francês.
Nisso Claude voltou com tudo pra cima do amigo que não conseguiu escapar.
Claude: O que foi que você falou heim Frazon? – perguntou segurando o amigo pelo colarinho.
Rosa: Claude. – gritou – Larga o Frazão. – pediu.
Claude não dava atenção ao pedido da Rosa.
Rosa: Claude – gritou mais alto – Ele não me contou nada que apenas você mesmo pode me contar. – finalizou.
Claude ao ouvir isso afrouxou o colarinho do amigo.
Claude: O que foi que você non contou Frazon?
Frazão: Eu não contei a história toda. Apenas a questão principal. A história toda se você quiser pode contar pra ela, eu não falei nada. Claude isso é assunto seu, por mais que eu seja seu amigo não posso ir contando um assunto particular seu pra todos ou todas. – respondeu.
Com essa resposta Claude viu que o amigo realmente foi sincero e o soltou.
Julia Regina: Pelo visto a diversão foi pelo ralo. – desabafou triste.
Rosa: Não foi pro ralo não. Agora mais do eu nunca eu quero ir. E Claude você também vai, quero que você venha nos pegar junto com o Frazão. Quero te ver na frente do meu prédio as 8 em ponto. – ordenou.
Claude espantado pela atitude da Rosa concordou. Julia Regina e Frazão vibraram pela atitude dela.
Rosa: Agora vamos. – disse chamando todos para irem embora.
Ao chegar na garagem antes de sair com o carro falou com o Claude.
Rosa: Claude esteja as 8 em frente ao meu prédio junto com o Frazão. – e saiu, rumo a sua casa.
Agora sozinhos.
Claude: Frazon o que foi que você contou pra Rosa hã?
Frazão: Apenas disse que você mon ami não gosta de se ver apaixonado, agora o motivo disso eu não contei. – respondeu.
Claude finalmente aceitou a explicação do amigo.
Claude: Agora ela vai querer saber Frazon. Só você pra me fazer contar isso, hã.
Frazão: Se ela vai querer saber ou não isso é com ela. E Claude a Rosa também te contou um assunto particular dela. Você pediu que ela conta-se?
Claude: Non ela que resolveu me contar, hã. – relembrou.
Frazão: Então meu amigo. Ela também vai respeitar o seu tempo. – disse isso batendo em seu ombro.
Claude: Frazon me desculpe por hoje a tarde, hã. – pediu.
Frazão: Tudo bem amigão. Eu conheço o terreno que estou pisando e até onde eu posso ir com as minhas brincadeiras com você.  – respondeu.
Ambos os quarto se preparam para mais a noite.
Na Casa da Rosa.
Julia Regina: O que foi que aconteceu hoje no escritório Rosa? – curiosa.
Rosa: Peguei o Claude tentando matar o Frazão, daquele mesmo jeito que você viu na recepção. Depois Frazão me contou que o Claude já se apaixonou antes e que ele sofreu por isso. E ele não quer se apaixonar de novo. – respondeu.
Julia Regina: Eita to cercada de gente que sofre. Primeiro você agora o Claude também. Affs não tem como mudar isso não, já estou ficando cansada de tragédia. Desculpa Rosa mais vocês têm que viver a vida. – disse ao terminar de se maquiar.
Rosa não respondeu, pois sabe que a amiga estava certa.
Rosa: Pelo visto você e Frazão fazem isso muito bem. – disse rindo.
Julia Regina: Sim. Se bestar hoje você e o Claude vão ficar sozinhos no fim da noite. – disse dando uma gargalhada gostosa, o que Rosa acompanhou – Não precisam fazer a mesma coisa que eu e o Frazão com certeza vamos fazer, por que eu não sou besta e nem ele, mais vocês poderiam se entender mais, quem sabe você não pergunta sobre o que aconteceu com ele?
Rosa: Não, ta louca. Se ele quiser ele que me conte. Vou respeitar um assunto particular dele assim como ele respeitou o meu. – disse finalizando sua maquiagem – Bom estou pronta, agora só falta eles chegarem – olhando a hora – que falta pouco, já vai dar 8 hs.
No caminho.
Frazão: Claude você não vai estragar a minha noite não heim.
Claude: Como assim estragar a sua noite? – perguntou olhando para o amigo
Frazão: Olha pra frente francês não quero morrer agora. – fazendo o francês voltar a atenção para a rua a sua frente – É que eu to afim de aproveitar a noite com a Julia Regina me entendeu? – disse com um olhar malicioso.
Claude: E eu vou ficar de vela, hã.
Frazão: Não você vai ficar com a Rosa esqueceu?
Claude: Non, Non me esqueci, hã. Pronto chegamos é só avisar pelo porteiro. – disse mandando o amigo fazer isso.
Frazão: Ok. Ok já estou indo.
Alguns minutos depois as duas desceram. Cada uma arrumada a sua maneira. Julia Regina estava com um vestido azul tomara que cai, num caimento folgado abaixo do busto. Cabelos presos e com uma maquiagem marcante. Rosa com um vestido preto com decote canoa, mais com as costas nuas, o vestido era bem encorpado mostrando a sua silueta. Cabelos soltos caídos sobre os ombros e uma maquiagem delicada
Frazão ao ver a cara do Claude perguntou.
Frazão: Quer um babador ai?
Claude: Frazon me responde, como eu vou conseguir resistir a essa mulher?
Frazão: Não se deve resisti a nenhuma mulher nessa vida meu caro amigo francês, ainda mais quando ela é a nossa mulher. – disse ao ouvido do amigo antes que elas chegassem.
Julia Regina e Rosa se aproximaram cada uma de frente para o seu companheiro da noite. Rosa e Claude, Frazão e Julia Regina.
Claude: Enton Rosa cumpri a suas ordens, as 8 de frente por seu prédio e com o Frazon junto comigo.
Rosa: Obrigada.
Julia Regina: Agora falta você Rosa cumprir as minhas ordens por meio do Dr. Pedro. – enfatizou.
Rosa: Ok vou cumpri-las minha amiga. Então por onde começamos?