terça-feira, 20 de setembro de 2011

Entre Tapas e Beijos!!! (Cap. 47)


Após uma deliciosa noite de amor que tiveram Rosa se encontrava adormecida nos braços de seu amado Claude, ele que por sinal estava acordado admirando-a, em meio a pensamentos de felicidades, lhe voltou à mente a conversa daquela noite com os amigos mais especificamente o assunto que a Julia Regina havia levantado: “Traição”. Ao se lembrar do Frazão que ficará totalmente quieto após receber aquele bilhete, teve que constatar que o motivo devia ser realmente sério para que o amigo deixasse a diversão de lado, enquanto estava distraído com seus pensamentos, Rosa acordou e notou que seu amado estava pensativo e distraído e sutilmente acariciou seu tórax para que ele notasse que ela havia acordado o que não foi notado por ele.
Rosa: Que pensamento é esse que deixou o meu francês tão distraído? – sussurrou enquanto o olhava para ele.
Claude: Pardon cherry, estava pensando no Frazon. – respondeu enquanto acariciava seu rosto.
Rosa: Por quê? – deitou a cabeça no tórax do amado.
Claude: Achei o Frazon muito tenso no final da noite, acho que aconteceu alguma coisa para deixa-lo daquele jeito. – explicou.
Rosa: Também notei isso na Julia Regina. – ressaltou.
Nisso Rosa notou que Claude novamente ficou pensativo e tentando traze-lo a realidade começou a acariciar delicadamente seu peito, depositando ali sutis beijos e mordidas.
Claude: Rosa, non me provoca hã. – saindo dos seus pensamentos e dando atenção a ela.
Rosa: O que é eu não estou fazendo nada demais? Só quero que você não fique tão serio! – respondeu em meio às mordidas e beijos subindo assim até o pescoço do Claude.
Claude: Ah é non esta fazendo nada demais, enton perae, hã. – a virou ficando assim em cima dela e começou a fazer cócegas em seu corpo, arrancando assim gargalhadas dela.
Rosa: Para Claude para eu não estou aguentando. – ria com a brincadeira.
Claude: Non. – ria e dava continuidade nas cócegas.
Rosa: Para Robson. – nisso Claude imediatamente parou de fazer cosquinhas nela e Rosa se deu conta do que havia falado. – Desculpa Claude. – sem graça ao ver Claude se afastando. – Claude me desculpe, por favor. – foi ao seu encontro - O Robson tinha mania de fazer cócegas em mim. – explicou.
Claude a olhou denotando insatisfação de saber daquele detalhe.
Rosa: Claude. – sussurrou com medo dele não lhe desculpar.
Claude: Se você soubesse a raiva que eu tenho desse sujeito, hã. – se sentou na beira da cama.
Rosa: Então guarde essa sua raiva pra ele e não pra mim. – deu a volta e se sentou em seu colo de frente pra ele. – por que pra mim eu só quero o seu amor, pode ser?! – o empurrou deitando-o assim na cama ficando por cima.
Claude: Ouí, ouí eu guardo, mais non foi você mesmo que pediu pra mim non ir pra cima dele, hã?
Rosa: Sim eu pedi e peço de novo, mais confesso que não seria nada mal ver o Robson apanhar do meu amando, do meu francês, do meu homem. – respondeu entre sorrisos e suspiros.
Claude: Rosa non provoca. – riu.
Rosa: Mais posso te pedir uma coisinha? – sussurrou em seu ouvido.
Claude: Ouí.
Rosa: Esquece o Robson e vamos tratar de assuntos mais importantes que ele. – pediu em meio a beijos e mordidas em seu pescoço.
Claude: Que tipo de assuntos, hã? – provocou inocentemente.
Rosa: Já, já eu te mostro.
Rosa prosseguiu fazendo o que até em tão já havia feito, acariciando seu amado em todas suas regiões sensíveis de seu corpo, o que já era de seu conhecimento. Claude apenas permanecia parado deixando que sua amada lhe fizesse as caricias em seu corpo, após percorrer por todo tórax e pescoço do amado Rosa passou a dedicar sua atenção nos lábios do Claude, mordicando e beijando os lábios sem aprofundar no beijo, o que deixava Claude extasiado pela provocação da Rosa, percebendo que ela não iria ceder tão facilmente em beija-lo, Claude trocou então de posição com ela, ficando assim por cima.
Claude: Quero ver cherry, se você aguenta tanta provocaçon, hã. – malicioso o que teve apenas um sorriso como resposta.
Percorrendo por todo corpo de sua amada, Claude provocava Rosa em suas mais sensíveis áreas de prazer, com caricias, beijos e mordidas, sem deixar de notar o ar quente que era depositado em sua pele ao menor toque que Claude fizesse, pelo êxtase de prazer que aquela situação provocava em ambos. Como Rosa havia provocado primeiro Claude, passou a fazer o mesmo sem a menor pretensão de parar, ou ao menos concluir com a dança de seus corpos, deixando assim Rosa cada vez mais inebriada de prazer, sabendo assim de que Rosa não iria aguentar muito tempo nessa brincadeira, começou a lhe proporcionar puro êxtase pelas caricias feitas em seu baixo ventre, a deixando sem qualquer tipo de opção senão se render nesse jogo de provocação.
Rosa: Tá bem você venceu. – gritou em meio ao êxtase de prazer.
Claude apenas acompanhou o que as mãos femininas lhe pediam, subindo assim ao encontro dos lábios de Rosa, para que ela pudesse assim demonstrar em seu beijo voraz todo prazer que lhe foi proporcionado deixando Claude cada vez mais inebriado de prazer, concluindo assim com a dança de seus corpos, que demonstrava total sintonia e harmonia, dança essa que foi testemunhada pelos primeiros raios de sol que entrava no quarto em meio a uma pequena brisa do mar.
Pouco tempo depois no escritório.
Janete: Dr. Frazão tem esse recado pro senhor. – entregou um bilhete.
Frazão: Obrigada Janetinha. – agradeceu após ler o conteúdo do bilhete. – E o Claude já chegou?
Janete: Ainda não seu Frazão.
Frazão: Ok, assim facilita um pouco as coisas. – pensou. – Janete minha queria, providencia aqueles seus comprimidos milagrosos, pois a minha cabeça está a ponto de explodir. – e saiu em direção a sua sala.
Janete: Sim senhor.
Assim que entrou em sua sala Frazão resolveu responder de uma vez o assunto daquele bilhete: “Nara”, ligando para a mesma.
Frazão: Alo Nara sou eu Frazão, então estou te ligando pra saber do que você tanto quer falar comigo, o que é tão importante assim? – perguntou indo direto ao ponto.
Nara: Frazão esse assunto não dá pra ser tratado por telefone, podemos nos encontrar?
Frazão: Não Nara, não dá, olha eu tenho muita coisa pra fazer aqui no escritório hoje, se você quiser me adiantar qual é o assunto eu te agradeço. – sem paciência.
Nara: Já que é assim eu posso passar no escritório, para conversamos?
Frazão: Você tá maluca, se o Claude te ver aqui ele te mata. – se exaltou.
Nara: Não me importa, de qualquer jeito terei que ficar cara a cara com ele, dá o seu jeito que eu estou indo pro escritório. Tchau. – desligou o telefonema.
Frazão: Essa mulher é louca, e agora o que eu vou fazer pro Claude não encontrar com ela aqui, pois só temos essa sala pro dois, Claude tinha razão, tinha que ser uma sala pra cada um. – relembrou. – Bom tem a sala da Rosa, mais ela vem trabalhar, ai num dá. – pensou. – Tem a sala do Pedro Henrique, mais se ele ver a Nara vai querer quebrar o Claude no meio, não. Pensa Frazão, pensa. – analisava confuso. – Bom o jeito é encarar a verdade, que seja o que Deus quiser mais só um aviso meu amigão ai de cima, eu não serie cúmplice desse assassinato não viu. – disse olhando pra cima.
Alguns minutos mais tarde.
Janete: Seu Frazão, a dona Nara está lá fora querendo falar com o senhor. – entrou apavorada tirando a concentração dele nos documentos.
Frazão: Eu sei Janete, deixa ela entrar. – pediu.
Janete: O que o senhor vai receber aquela maluca? – assustada, nisso Nara já ia entrando, demonstrando insatisfação pela demora.
Nara: Maluca é a sua mãe, agora me dá licença que eu tenho que conversar com o Frazão. – respondeu.
Frazão: Por favor, Janete. – a acompanhou até a porta – E, por favor, não deixe o Claude entrar nessa sala, inventa qualquer coisa, fala que eu estou com a Julia Regina.
Janete: Sim senhor.
Frazão: Pronto Nara, estamos a sós o que é de suma importância e urgência que você tem pra conversar que não poderia ter esperado outro dia e lugar? – se sentou e pediu que ela fizesse o mesmo.
Nara então começou a contar o que havia acontecido para trazê-la de novo ao convívio o Frazão e do Claude. Frazão ficou confuso com toda aquela conversa e não sabia o que fazer, pensou que ele mesmo poderia resolver aquela situação sem o Claude ficar sabendo da presença da Nara, mas esse não era o caso, definitivamente o Claude devia e tinha o direito de saber do que estava acontecendo, para o seu pavor, pois não sabia qual seria a reação do amigo. Ao terminar a conversa Frazão assegurou para Nara que ia pensar numa maneira de contar para o Claude sobre aquele assunto e que promoveria um encontro de ambos, mais precisava pensar por estar confuso com tanta novidade e que teria uma reviravolta não só na vida do Claude mais na da Rosa também, Nara diferentemente das outras vezes demonstrou que mudara de proceder e garantiu que esperaria Frazão entrar em contato, pois estava disposta a se entender com o Claude, pois só ela tem a perder nessa história toda. Ao sair da sala ambos são surpreendidos pela presença de Claude e Rosa que acabaram de sair do elevador, abraçados e se beijando, que para a surpresa da Nara pode notar que Claude estava seguindo em frente muito feliz por sinal.
Frazão: Nara, por favor, não me apronte nada, deixe o Claude em paz, pelo menos por agora. – suplicou.
Nara: Frazão, eu não vou fazer nada pode ficar tranquilo, só quero mesmo a felicidade do Claude, já o machuquei por demais. – o tranquilizou.
Nisso Claude olhou em direção do amigo e notou a presença da Nara.
Claude: Mais o que qui essa mulher está fazendo aqui, hã. – se exaltou.
Nara: Licença, eu já estou de saída. – indo em direção ao elevador, passando assim pelo Claude e Rosa sem ao menos olha-los.
Claude: Frazon você pode me explicar o que essa mulher estava fazendo aqui, hã. – ainda exaltado.
Frazão: Calma Claude, vamos conversar na nossa sala. – pediu gentilmente.
Claude mesmo nervoso aceitou o convite do amigo deixando assim Rosa na recepção sem entender muita coisa.
Rosa: Janete quem era essa mulher que saiu deixando o Claude nervoso desse jeito? – confusa.
Janete: Ela? – nervosa.
Rosa: Sim ela, aquela que acabou de entrar por aquele elevador.
Janete: Aquela que acabou de entrar por aquele elevador... ela era a... – nervosa e com medo ao mesmo tempo.
Rosa: Desembucha Janete.
Janete: Ela era a ex-noiva do Dr. Claude, a Nara. – respondeu.
Rosa: Mais o que essa mulher veio fazer aqui? – sem entender.
Janete: Não sei.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ADELE - Make You Feel My Love!!! (Cap. 46)


Como planejado a dupla de casal se encontravam num restaurante aproveitando a noite que é uma criança como dizia Frazão. Colocando o papo em dia, ambos se divertiam pela leveza da conversa. Muitos assuntos, opiniões, ponto de vista, sobre certos assuntos.
Julia Regina: Já falei por Frazão que não aturo traição, é uma das coisas que eu não perdoo. – disse olhando para o mesmo.
Frazão: Você já me falou isso. – disse bebendo seu trinque.
Julia Regina: E você Claude perdoaria uma traição?
Frazão: Esse ai, Claude perdoar uma traição to vendo o dia nascer e a noite escurecer mais não vejo o Claude perdoar uma traição. – respondeu pelo amigo.
Julia Regina: Por acaso seu nome é Claude Antoine Geraldy? – perguntou para Frazão.
Claude: Bem feito, hã. – brincou com o amigo.
Rosa: Claude o Frazão te conhece a tempos, se bestar te conhece mais do que você imagina então deixa o rapaz em paz. – defendeu o amigo.
Frazão: Obrigado minha Diva só você para me defender. – disse após de beijar a sua mão de agradecimento.
Julia Regina: Então Claude você perdoaria uma traição?
Claude: Non Julia Regina, eu non perdoaria uma traiçon. Frazon me conhece muito bem, mais do que eu mesmo como a Rosa falou. – respondeu batendo no ombro do amigo. – Esse aqui é capaz de fazer maluquices pra me ajudar e resolver situaçons sem que eu saiba só para que eu non me aborreça. – abraçou o amigo.
Rosa: Eu acho tão bonita essa amizade de vocês dois o que predomina é o entre vocês é companheirismo. – destacou.
Frazão: Sim Rosa, pelo Claude eu faço e desfaço, só não morro por ele, pois tenho amor a vida. – ria.
Em meio a tantas brincadeiras Frazão é surpreendido por um bilhete que foi entregue por um garçom que sussurrou em seu ouvindo: “Aquela moça na porta mandou te entregar esse bilhete” e saiu. Frazão procurou avistar a moça mais não a encontrou, então decidiu ler o que continha no bilhete: “Frazão preciso falar com você, é importante e urgente. Nara”. Nisso Frazão engoliu seco e olhou em direção da porta novamente e viu a Nara, que lhe transmitia um olhar que denotava realmente a importância de falar com ele. Frazão concordou em encontra-la, respondendo assim com a cabeça. Julia Regina curiosa procurou saber do que se tratava aquele bilhete mais Frazão não deixou que ele soubesse o conteúdo.
Julia Regina: Que qui é Frazão, tá me escondendo o que ai? – cismada.
Frazão: Nada não, Julia Regina é apenas um bilhete sem graça, que não tem importância. – disfarçou.
Claude: Iiii Frazon calado de uma pra outra, pode ter certeza Julia Regina, tem segredo ai, hã. – disse enquanto bebia seu drink.
Julia Regina: Frazão!!! – chamou a atenção do namorado.
Frazão: Depois eu te falo Julia Regina, é de suma importância que o Claude não saiba do que se trata. Por favor, me ajuda e não continua com essa curiosidade, pelo menos por agora. – sussurrou em seu ouvido, sem que Claude e Rosa pudessem ouvir, o que Julia Regina prontamente concordou, pois notou a tensão que Frazão se encontrava.
Rosa: Claude! – chamou o amando que estava distraído.
Claude: Ouí.
Rosa: Dança comigo a próxima musica. – pediu.
Claude se assustou pelo convite, mais prontamente aceitou o mesmo e a encaminhou para o centro da pista a enlaçando delicadamente pela cintura e começaram a dançar conforme a melodia da musica que era lenta. (ADELE – Make You Fee My Love). Pela delicadeza da musica Rosa abraçou o Claude e recostou seu rosto no tórax dele e ele a envolveu em seus braços abraçando-a, que lentamente conduzia seus passos e assim eram observados por todos em sua volta.
Julia Regina: Tá o momento é lindo mais eu quero saber do que se trata o bilhete que o Claude e nem a Rosa podem saber? – perguntou ao Frazão.
Frazão: Leia. – entregou o bilhete para ela.
Julia Regina: Mais essa aqui num é aquela que armou pro Claude? – procurando entender.
Frazão: Essa mesma. Eu sei que não devia aceitar isso de ir ao encontro dela, mais sinto que o que ela quer conversar é realmente serio, não sei do que se trata mais pela cara dela coisa boa num é. – disse preocupado.
Julia Regina: E por que você acha isso?
Frazão: Julia Regina eu conheço a Nara, ela sempre foi de aprontar e se dar bem, nunca foi com a minha cara, sempre me destratava quando eu estava junto do Claude. – explicou.
Julia Regina: E quem te garante que agora ela não vai aprontar de novo. – interrompeu a explicação.
Frazão: Se ela quisesse aprontar tirar proveito, ela podia muito bem ir direto atrás do Claude, mesmo ele sabendo toda a verdade sobre a armação. Ela poderia muito bem querer reconquistar o Claude com o corpo como antes, mais pelo que eu vi dela ali na porta essa não é a questão. – ponderou.
Julia Regina: O que será então? – questionou.
Enquanto isso de volta a pista.
Claude e Rosa permaneciam dançando, demonstrando o carinho que cada vez aumentava entre os dois, Claude cada vez mais se entregava a aquela mulher e Rosa já segura do que queria estava se entregando por completo ao Claude, encontrando assim no Claude seu porto seguro que por anos não tinha.
Claude: Rosa. – Sussurrou.
Rosa: Hum. – sussurrou inebriada.
Claude: Eu te amo. – sussurrou em seu ouvido.
Rosa apenas lhe olhou nos olhos e sorriu encantada que pela segunda vez naquele dia Claude dizia que a amava e antes que ele pudesse pronunciar mais alguma palavra o beijou, beijo esse que era delicado embalado pela melodia da musica, que ao seu fim foi acompanhado pelo Claude, que em meio ao beijo traduziu a ultima parte da musica.
Claude: “Eu poderia fazer você feliz, fazer os seus sonhos se tornarem reais, nada que eu non faria, vou ao fim da Terra por você. Para fazer você sentir o meu amor”.